quarta-feira, 30 de setembro de 2015 Veja aqui mais informações sobre o III Seminário Mapeando Controvérsias Contemporâneas

Caros colegas,

Como as dúvidas têm sido frequentes, disponibilizamos a seguir todas as informações sobre o evento:

Quando é? O III Seminário Mapeando Controvérsias Contemporâneas ocorrerá nos dias 5 e 6 de novembro.

Onde? Nosso evento será realizado no Auditório do CFH (Centro de Filosofia e Ciências Humanas) da UFSC.

Onde posso encontrar os horários das mesas, do painel de abertura e da conferência de encerramento? Nos cartazes com a programação, que, por enquanto estão disponíveis na nossa fanpage e na primeira postagem da página do evento.

Onde posso me inscrever e qual é o valor da inscrição? O evento é gratuito e não é necessário inscrever-se, basta chegar e participar.

Ainda estou em dúvida, como posso fazer? Fale conosco por meio de mensagens privadas no facebook ou pelo e-mail seminariodecontroversias@gmail.com

Esperamos vocês!

 

terça-feira, 29 de setembro de 2015 III Seminário Mapeando Controvérsias

Eis a programação oficial do III Seminário Mapeando Controvérsias, que em 2015 tem como tema “Ciência, biotecnologia e cibercultura na Antropologia”. O evento acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC.

 

 

 

quarta-feira, 11 de março de 2015 Cartografia do “panelaço” (Interagentes)

Interagentes 10 de março de 2015

Cartografia do Panelaço

As manifestações e mobilizações em torno da cena política brasileira têm suscitado interessantes análises sobre a dinâmica das redes sociais e do ciberativismo. Sobretudo para aqueles que se interessam pela abordagem sociotécnica, tais análises levantam questões relevantes para pensarmos, entre outras coisas, as formas possíveis de descrevermos essas interações.

Uma análise especialmente interessante foi publicada hoje, pela #interagentes (Comunicação Digital e Ações em Rede): o texto Cartografia do “Panelaço” apresenta uma análise topológica das redes configuradas em torno das manifestações sobre o pronunciamento da presidenta Dilma Roussef no último domingo, 8 de março, em razão do Dia Internacional da Mulher. Destaca-se, no texto, a participação de representantes da imprensa, grupos e veículos de comunicação, celebridades midiáticas e pessoas comuns que, através de seus perfis no Twitter e Facebook, reagiram às manifestações que se viam nas ruas. Com mapas interativos e gráficos quantitativos, o texto analisa a movimentação das hashtags antes, durante e após o pronunciamento, destacando os assuntos que estiveram em voga, os “personagens” envolvidos e a dinâmica das redes de compartilhamento constituídas a partir das manifestações.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013 Biblioteca online

Ethnography online: ‘natives’ practising and inscribing community

Sarah N. Gatson & Amanda Zweerink

Publicado originalmente em Qualitative Research, vol. 4, n. 2, 2004: pp. 179-200. Versão online.

Abstract

The article is an analysis of the methodology used to study a community spawned from an Internet website devoted to a
television serial. In the five and a half years the site was in existence,
its real-time, linear, archived Posting Board spawned a community. Herein, we discuss how our work at the site offers insights into
significant concepts in the practice of ethnography. In particular, we are concerned with such questions as: How much distance is necessary between the ethnographer and her site/subjects? Is
distance necessary? Who is inscribing whom? We also discuss the generative problem of anonymity and how this concern has opened
up our perceptions of ourselves and our field site.
KEYWORDS: ethnographic methods, internet community

quarta-feira, 21 de agosto de 2013 Biblioteca online

The presence of stigma among users of the MMORPG RMT: a hypothetical case approach

David Grundy

Publicado originalmente em Games and Culture, vol. 3, n. 2, abril de 2008. Versão online.

Abstract:

In those massive multiplayer online role-play games in which the real money trade
(RMT) is specifically prohibited by the end user license agreement and terms of service,
researchers should be aware of the impact of their work into potentially sensitive topic
areas. If these users of the RMT secondary market feel they are a stigmatized community,
this will potentially directly affect access to data, data integrity, data bias, and the ability
to disclose and disseminate back to the research community. A hypothetical qualitative
case study approach is applied using three separate research elements to aid in the
understanding of why prospective research candidates could potentially feel stigmatized.
Keywords: stigma; real money trade; qualitative research; ethics; MMORPG
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