Publicações

2016

RIFIOTIS, Theophilos. Etnografia no ciberespaço como “repovoamento” e explicação. Revista Brasileira de Ciências Sociais (RBCS), vol. 31, n.90, 85-98, fevereiro/2016. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v31n90/0102-6909-rbcsoc-31-90-0085.pdf. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. Quando um animal dura mais que a estimação. Mana: Estudos de Antropologia Social, vol. 22, n. 3, 831-856, 2016. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/mana/v22n3/1678-4944-mana-22-03-00831.pdf. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. O que faz um animal de estimação na Antropologia? Novos Debates, vol. 2, n, 2, julho/2016. Disponível em: http://novosdebates.abant.org.br/index.php/numero-atual/117-v1-n2/opiniao/135-o-que-faz-um-animal-de-estimacao-na-antropologia. Acessado em: 20/03/2017.

2015

LATOUR, Bruno. Faturas/Fraturas: da noção de rede à noção de vínculo. Tradução de Theophilos Rifiotis, Jean Segata e Dalila Floriani Petry. Ilha – Revista de Antropologia, vol. 17, n. 2, 123-146, dez/2015. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/2175-8034.2015v17n2p123/31059. Acessado em: 21/03/2017.

RIFIOTIS, Theophilos; SEGATA, Jean; SAEZ, Oscar Calávia. Simetrização, hibridismo e agência na Antropologia. Ilha – Revista de Antropologia, vol. 17, n. 2, 7-12, ago-dez/2015. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/42439. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. A etnografia, o ciberespaço e algumas caixas pretas. Revista Z Cultural. Revista do Programa Avançado de Cultura Contemporânea, ano X, n. 1, 1º semestre de 2015. Disponível em: http://www.animatico.com.br/projetos/zcultural/a-etnografia-o-ciberespaco-e-algumas-caixas-pretas/. Acessado em: 20/03/2017.

2014

SEGATA, Jean. A etnografia como promessa e o “efeito Latour” no campo da Cibercultura. Ilha – Revista de Antropologia, vol. 16, n. 2, 69-87, ago-dez/2014. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/38359. Acessado em: 20/03/2017.

2013

RIFIOTIS, Theophilos. Desafios contemporâneos para a antropologia no ciberespaço: o lugar da técnica. Civitas. Revista de Ciências Sociais, vol. 12, n. 3, 566-578 ,2012. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/13016/8679. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. A agência de um projeto, o paraíso vegetariano e outros inconvenientes com a humanidade dos animais de estimação na Antropologia. Revista Anthropológicas, vol. 24, n. 1, 45-65, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/view/5948. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. A inventividade da rede. Revista Rastros, n. 18, 139-149, 2013. Disponível em: http://www.ielusc.br/aplicativos/ojs_necom/index.php/SECORD/article/view/154/147. Acessado em: 20/03/2017.

2012

MÁXIMO, Maria Elisa; RIFIOTIS, Theophilos; SEGATA, Jean; CRUZ, Fernanda G. A etnografia como método: vigilância semântica e metodológica nas pesquisas no ciberespaço. In: MALDONADO, Efendy et al. Epistemologia, investigação e formação científica em comunicação. Rio do Sul: UNIDAVI, Natal: EDUFRN, 2012: pp. 293-322

SEGATA, Jean. Os cães com depressão e seus humanos de estimação. Anuário Antropológico, vol. II, 177-204, 2012. Disponível em: http://aa.revues.org/216. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. Parecidos, o suficiente: nós e os outros humanos, os animais de estimação. Revista de Antropologia Social dos Alunos do PPGAS-UFSCar, vol. 4, n. 1, 207-234, jan-jun/2012. Disponível em: http://www.rau.ufscar.br/wp-content/uploads/2015/05/vol4no1_12.SEGATA.pdf. Acessado em: 20/03/2017.

SEGATA, Jean. O duplo cego da Antropologia. Cadernos de Tradução, vol. 2, n. 30, 83-99, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/traducao/article/view/26872. Acessado em 20/03/2017.

2011

RIFIOTIS, Theophilos; SEGATA, Jean; MÁXIMO, Maria Elisa; CRUZ, Fernanda G. Redes sociotécnicas: hibridismos e multiplicidade de agências na pesquisa da Cibercultura. In: MALDONADO, Efendy et all. Comunicação, educação e cidadania: saberes e vivências em teorias e pesquisa na América Latina. João Pessoa: Ed. UFPB; Natal: EDUFRN, 2011: pp. 221-246.

2010

FLORIANI, Dalila. Descrevendo e rastreando modos de experienciar. Discussões teórico-metodológicas desenvolvidas a partir de um trabalho de campo no/do Twitter. Mosaico Social. Revista do Curso de Ciências Sociais da UFSC, ano 5, n. 5, 85-100, 2010. Disponível em: http://cienciassociais.ufsc.br/files/2015/03/Descrevendo-e-rastreando-modos-de-experenciar-Discuss%C3%B5es-te%C3%B3rico-metodol%C3%B3gicas-desenvolvidas-a-partirer.-Floriani-D.-On-line-85-100.pdf. Acessado em: 20/03/2017.

2009

2008

SEGATA, Jean. Da arte de se traduzir: corporalidades e gênero nos mundos possíveis no ciberespaço. Campos. Revista de Antropologia Social, vol. 9, n. 1, 159-176, 2008. Disponível em: http://revistas.ufpr.br/campos/article/view/13877/9350. Acessado em: 21/03/2017.

2002

RIFIOTIS, Theophilos. Antropologia do Ciberespaço: questões teórico-metodológicas sobre pesquisa de campo e modelos de sociabilidade. Antropologia em Primeira Mão, Florianópolis: PPGAS/UFSC, 2002.

 

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